The House and the Pine Trees of my Childhood
sábado, 23 de junho de 2012
O Skolimowski tem um interessantíssimo filme de 2008, no qual, um indivíduo que trabalha num crematório, tem uma obsessão por uma jovem mulher e invade a sua casa, durante quatro dias, para a ajudar...Entre outras coisas, assiste ao desenrolar da vida de Anna, como se de um verdadeiro "big brother" se tratasse. Há qualquer coisa de enigmático na sedução da "vida alheia", algo de primitivo na curiosidade do que se passa por entre paredes, algo da imaginação, que desperta o voyeur dentro de todos nós...Isto para dizer que a cor é um dos elementos da estética cinematográfica que mais me fascina...
tenho um lençol colorido no estendal...Tenho horror a lençóis brancos, todo aquele branco me assusta...A possibilidade de uma nódoa naquela mácula branca...A desilusão...
Uma das três cores do Kieslowski é, precisamente, o Branco (1994).... E, curiosamente ou não, é, dos três, o que menos me fascina...Ainda assim, revejo a trilogia quase anualmente...
Uma das três cores do Kieslowski é, precisamente, o Branco (1994).... E, curiosamente ou não, é, dos três, o que menos me fascina...Ainda assim, revejo a trilogia quase anualmente...
não consigo descrever com precisão a primeira vez em que andei de baloiço, a primeira vez em que caí de uma escada, a primeira vez em que fui beijada...Mas consigo descrever cada detalhe, cada cheiro, cada som, da primeira vez em que entrei numa sala de cinema. Mais do que o fascínio pela imagem-movimento, o que está "para-além", a alucinação cinestésica, fazem-me pulsar a respiração...
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